A Barbate voltou a colocar na agenda da pesca a exigência de uma quota justa de atum-rabilho para a sua frota de pesca artesanal. A reunião da Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico (ICCAT) está a decorrer em [local a ser inserido]. Sevilha Até 24 de novembro, o municÃpio de Cádiz vê esta mesa de negociações como uma oportunidade para uma distribuição mais equilibrada.
O prefeito, Miguel Molina, reiterou seu apoio ao frota artesanal, que está sofrendo perdas econômicas, como registrado em Conil, mudanças para outras áreas de pesca e diminuição das capturas devido ao avanço das algas invasoras Rugulopterix okamuraeO pedido é claro: que qualquer eventual aumento de quotas se estenda também àqueles que pescam em menor escala.
ICCAT e alocação de cotas: o que está em jogo?

De acordo com os dados apresentados pela Câmara Municipal, a avaliação cientÃfica da ICCAT apoia um aumento da Captura Total Permitida entre 12% e 20%A Espanha, por sua vez, defende um aumento em 19,3% com o objetivo de fortalecer sua posição na distribuição europeia.
Para a frota de Barbate, o fato de o crescimento do TAC se traduzir em alocações reais para a pesca artesanal seria uma grande vantagem. descanso essencial Após anos lidando com redes entupidas de algas e queda na produção, a chave para o aprimoramento biológico do estoque é se tornar um sucesso. melhoria social e econômica a bordo dessas embarcações.
O que Barbate está pedindo: armadilhas para atum e uma frota de menor escala.

A Câmara Municipal solicita um aumento na taxa para o armadilhas para atum na maior percentagem possÃvel, em consonância com a recuperação do recurso e com a sua importância histórica e socioeconómica na área.
Além disso, propõe estabelecer um mÃnimo em torno de 10 toneladas por navio pesca artesanal afetada pelas algas asiáticas, de modo que a distribuição não deixe para trás aqueles que mais sofreram com o impacto ambiental e econômico da invasão.
O objetivo dessas demandas é avançar em direção a um Distribuição equitativa que considera o impacto das algas, a dependência do recurso e a contribuição do setor artesanal para o tecido local, sem deixar de lado a sustentabilidade como critério orientador.
Além da quota: respostas ao impacto das algas

Em paralelo, a Câmara Municipal apresentará na próxima sessão plenária um moção de apoio ao setor para instar as diversas administrações a implementarem medidas adicionais contra a invasão de Rugulopterix okamurae.
- Compensação financeira pelos danos sofridos e pela perda de dias de trabalho.
- Impulsionar para pesquisa e gestão das algas para mitigar sua expansão em importantes áreas de pesca.
- desenvolvimento projetos de valorização que proporcionam uma saÃda para a biomassa removida dos equipamentos de pesca.
- Criação de um Marco normativo que assegura a coleta e o tratamento adequados da biomassa.
A Câmara Municipal enfatiza que este é um desafio que afeta toda a comunidade. Costa de Cádiz e que o ônus não deveria recair exclusivamente sobre os pescadores artesanais. A obtenção de cotas, insistem, seria mais uma ferramenta para sustentar a atividade enquanto soluções mais abrangentes são desenvolvidas.
Com a decisão de ICCAT Num futuro próximo, Barbate defende uma distribuição que combine sustentabilidade e equidade: uma percentagem maior para as almadrabas (armadilhas tradicionais para atum), uma quota mÃnima de 10 toneladas por barco artesanal e medidas complementares contra as algas, para que se possa chegar ao tão aguardado destino final. taxa justa tornar-se realidade para aqueles que mais precisam.